Poupança é investimento sim!

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Cofrinho de dinheiro
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Produto polêmico entre investidores, a caderneta de poupança, além de ser a porta de entrada no mundo das aplicações, é um ótimo exemplo para se discutir os fatores que compõem um investimento e, a partir dessa discussão, buscar melhores alternativas de acordo com o objetivo de cada um.

A maioria dos investidores vai dizer que poupança não é investimento.

De fato, quando avalia-se sua rentabilidade em face às correções inflacionárias, na maior parte das vezes quem está com o dinheiro na poupança acaba não tendo um grande retorno ou até perde um pouco do poder de compra. E, claro, há também um alto custo de oportunidade, uma vez que o mesmo dinheiro poderia ser investido com uma rentabilidade maior.

Porém, o conceito de investimento vai muito além de rentabilidade, propriamente dita: Investir é o casamento perfeito entre poupar e rentabilizar de forma passiva.

A partir disso, elevamos a discussão para outros fatores, como performance da rentabilidade, relação risco/retorno e liquidez. Aqui, não entraremos no aspecto econômico, político, moral etc. (quem sabe em um outro artigo?)

Coloquemos às claras então a premissa poupar/rentabilizar.

Poupar significa apenas gastar menos do que você ganha. Não será tarefa muito difícil se você ganha mais do que R$ 3.752,65, o que segundo o Dieese¹, é o salário mínimo necessário para se conseguir sobreviver com o mínimo de condições fisiológicas (alimentação, lazer, saúde, educação etc.). Então qualquer coisa que se gaste além disso é superficial e pode ser evitado ou reduzido.

Não queremos levantar aqui filosofias de aproveitamento da vida, investimento profissional, casos excepcionais de saúde etc. Queremos apenas ressaltar que, se você tem o básico pra viver, “poupar ou não” é uma opção estritamente sua e da sua consciência.

Rentabilizar, significa fazer com que aquele valor que você poupou anteriormente, vire um número maior. Sim, é apenas isso. Portanto, se a poupança rende 0,3% ao mês, ela rentabilizou e o poupador teve lucro.

Porém, o que precisamos atentar é que existem inúmeras formas de investimentos que trazem uma rentabilidade maior que a poupança e com a mesma ou quase a mesma segurança e liquidez.

Não é fácil saber sobre estes investimentos e muito menos escolher o mais adequado para o perfil de cada investidor. Principalmente em um país em que mais da metade dos alunos não possuem base de conhecimento financeiro².

É Por isso que estamos aqui. Queremos oferecer conhecimento de investimento e finanças para todo o Brasil, para que todos possam ganhar e prosperar!

Retomando aos fatores que compõem os investimentos, cito de maneira sucinta, a importância de cada um mencionado acima:

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Performance da rentabilidade: Seu dinheiro pode ter uma rentabilidade altíssima, se colocado em investimentos como derivativos de ações, de moedas, commodities etc. Porém, podem ter o mesmo impacto de forma negativa, ou seja, pode-se perder muito dinheiro. É onde entra a relação risco/retorno.

Risco/Retorno: é a capacidade que um investimento tem de lucrar, ante a possibilidade de prejuízo. Entrar em um negócio que “pode muito dar errado”, e se der certo seu lucro é “pequeno”, provavelmente não será um negócio vantajoso.

Liquidez: é a possibilidade de retirada imediata do capital investido. Quanto menos você tiver a possibilidade de retirada imediata, mais ele terá que render para “compensar” essa dificuldade.

E é por essas razões principais que admiramos quem investe em poupança, pois, dos princípios básicos de investimento, o investidor de poupança conquistou todos:

Poupar (gastar menos do que ganha)

Relação risco/retorno saudável (retorno sem risco)

Liquidez (retirada imediata pra aproveitar as melhores oportunidades do mercado)

Em outras palavras, quem investe em poupança está a apenas um passo de fazer investimentos de alta performance.

E pensando nesse próximo passo, confira mais alguns de nossos textos:

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Isabela faz parte do time que fundou a Ciano. Arquiteta por formação e profissão e uma entusiasta das diferentes forma de comunicação, verbais e não verbais, que existem. Talvez por isso mesmo esteja também envolvida no ramo da educação. Poupadora desde os 16 anos de idade, começou a investir na Bolsa de Valores no início de 2017. Desde então vem estudando esse mercado que, para ela, abriu as portas de todo um mundo de gestão empresarial e empreendedorismo (e que mudou sua vida)

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